15 Dezembro 2005

Parabéns à minha Nana Linda =)

Não podia deixar de colocar um post em homenagem à melhor pessoa que tenho, a minha sempre amiga Nana! Adoro-te muito krida… nunca nos separámos nem o vamos fazer porque onde quer que esteja uma a outra está no mesmo local, dentro do coração e pensamento da mesma. É assim que tem acontecido cmg, apesar de estar longe de casa, longe de ti, tenho-te sempre perto de mim, sempre junta ao meu coração e pensamento. Quero muito ver-te feliz… acredito que tudo de bom te vai acontecer e que vamos estar juntas pra partilhar todos esses momentos, os bons e os maus.

 

Simplesmente adoro-te! Obrigado pela amiga exemplar que tens sido ao longo destes anos…

 

Parabéns nana linda =)

13 Dezembro 2005

My angel

Os anjos não têm costas, por isso não te vi
Só mais tarde ao passar eu reparei em ti...
Quando quis desviar os meus olhos dos teus
Já não era possível, já não te disse adeus
Os anjos têm asas, abriste-as para mim
Levaste-me ao céu e fiquei voando por aí...

 

Os anjos não têm casa, telefone ou morada
Assim fiquei à espera de uma tua chamada
Mas como para os anjos o tempo não existe
O tempo foi passando e eu cada vez mais triste
Deixei a minha nuvem perdida por aí
...

 

 

Os anjos não têm sombra
Eu não te vi descer do céu com uma flor que me querias oferecer...
Mas sempre que te peço tu levas-me ao céu
Abres as tuas asas e o teu corpo é meu
E deixas-me nas nuvens voando por aí
Completamente perdida por ti...
Lucia Moniz
P.S. - hoje apeteceu-me dar música ao blog... espero q gostem da letra pq p mim significa muito =) Beijinhos d Borboleta

 

 

 

 

11 Dezembro 2005

Procuro uma resposta para os meus fantásmas...

Olho o céu e procuro uma resposta. Pergunto-me porquê é que tudo tem de ser assim, porquê tanta indecisão, tanto medo, tanta insegurança… porquê é que me sinto assim quando tudo o que faço é em prol do bem comum e do meu próprio? Não entendo… tento ser correcta, justa, leal, amiga…mas depois :(

Olho em meu redor, vejo as pessoas que sempre ali estiveram, que sempre me apoiaram, que sempre me amaram e protegeram, mas hoje sinto medo de não conseguir retribuir esse sentimento, essa gratidão, esse amor e protecção. Receio ser injusta para com aqueles que menos merecem sofrer por minha causa.

Amo quem me ama, venero que nunca me esqueceu e relembro quem sempre esteve presente. Quero reaprender a viver com todo o meu passado, a amar sem medo o meu presente e a sonhar confiante sob o meu futuro… mas como é que posso reaprender algo que já não sei como se faz? Como é amar inocentemente, gratuitamente, sem medo de chorar nem sofrer? Como posso sorrir para a vida e ser feliz? Como posso acordar todas as manhãs querendo viver mais um dia, se tudo o que em que acreditei hoje é passado e o presente é tão diferente? Como posso ser eu outra vez?

Sinto medo do presente pois é tudo o que sempre quis, tudo o que sempre sonhei para mim, tenho medo que seja mais um sonho, uma fugaz ilusão que termine de repente sem deixar nada senão dor, desilusão e sofrimento…


Por vezes vejo-me, num túnel escuro, à procura não sei bem do quê, talvez de um refúgio onde possa sonhar e viver sem censura, sem medo, sem insegurança… mas tudo é tão repentino, depressa acordo e não estou no túnel, não estou feliz, não estou com aqueles que amo, estou sozinha. Que medo terrível este…que medo que tenho de estar sozinha. Mas é sozinha que estou na maior parte das vezes...

Lady BuTTerFly

04 Dezembro 2005

Viver ou morrer?

 

A vida é uma história mal escrita, de autor desconhecido, analfabeto e cego, cheia de incongruências e lapsos. É uma estrada esburaca que somos obrigados a percorrer enquanto a vida dá cor e luz aos olhos cegos que nos guiam pela escuridão da incerteza. Vida sem sentido, sem razão, sem porquê’s, sem rumo, sem início nem fim, sem amor ou felicidade… são apenas momentos! Momentos efémeros, escassos, levianos, vulneráveis que nos fogem como areia por entre os dedos. Tudo é ilusão, tudo é maravilhoso, tudo é supérfluo, tudo é fruto da imaginação do impossível. Um sonho por concretizar, uma vida por viver, uma pessoa por realizar, uma ideia por contar, um sentimento por demonstrar, um carinho por sentir, um amor por dar, uma historia por contar…
A morte… essa grande inevitabilidade assusta-me… ou será que é a efemeridade da vida, dos momentos, que me apavora? Não sei…medium_wppbr_isc_luis_royo_visions_45.2.jpg
Todos os dias morre um pouco de mim, um pouco de nós, memórias perdidas na cruel maré do tempo que tudo rouba, tudo leva, tudo destrói… mas que ao mesmo tempo, se acreditarmos nisso, tudo constrói: a cada minuto que passa um pouco de mim morre, enquanto outra porção de mim nasce e renasce, num novo ser, numa nova eu, numa nova vida, num novo momento... Quantas as vezes que não quis esquecer quem fui, o que fiz, por quem lutei, por quem chorei, a quem amei mas hoje já não me lembro, é passado, morreu para e dentro de mim, perdeu-se no tempo e no espaço… Hoje sei que muitas mais foram as vezes que quis matar as memórias, apagar os sentimentos, aniquilar a vida, os sonhos, os momentos. Contudo, não consegui. Vivo, choro, morro com tudo o que vivi, chorei e matei… construo-me através do nada que sou, renasço porque morri para mim. Mas viverei para o mundo… os momentos precisam de mim para puderem ser, acontecer? Não sei… não sei que importância poderei ter para a sua realização, penso que sem mim aqui, neste tempo e espaço, tudo será como é, tudo acontecerá no memento que tiver destinado para ser… não sou assim tão importante.

 

 

medium_tistinhah_copia.2.jpg"How many times
I wake up at night
Feeling so scared
So why cannot find
So why cannot find
The true love of mine?
How many times
I waited to share
This kind of feelings
But you were not there
So why cannot find
The true love of mine?"

 

Disappointed Butterfly

03 Dezembro 2005

Comprinhas...

Fui às compras…

Há muito tempo que não me mimava assim… comprinhas, comprinhas só pra nokinha =D É verdade que gastei bues guita, mas fiquei muito contente, já me fazia falta uma tarde assim: bem passada, a fazer algo que gosto, com uma companhia agradável…valeu a pena! Subiu-me o astral, baixou-me o saldo bancário e aumentou-me a dor de pernas lol

Quando cheguei a casa o meu amigo Jorge (Pescas) veio dizer-me que se tinha lembrado de mim, numa tabacaria, quando viu um postal que dizia: «a vida voa como uma borboleta, nunca a direito mas com um objectivo, encontrar a felicidade», pareceu-me bem, gostei da frase… é bom saber que ele se lembra de mim por mais banal que possa ser a situação =)


 

Obrigado miguinho… Nunca me esquecerei de ti =)

Lady BuTTerFly

 

01 Dezembro 2005

Que tédio...

Estou em casa...sem fazer nada, mas com tanto pra fazer.
Tenho cenas pra estudar, o trabalho da recensão pra fazer, a Susan Sontag e a Gisèle Freud pra ler, os cadernos pra actualizar… mas não me apetece fazer nada… só me apetece ficar deitadinha a olhar o vazio e pensar… pensar muito… sobre o tudo, sobre o nada, sobre o passado, o presente e aquilo que ainda há-de vir… oh mas que tédio este =( assim não consigo continuar…
Sinto que começo a deprimir com o presente, com a impossibilidade de recuar no maldito tempo que me mata aos poucos e faz com que tudo se perca, tudo se altere, tudo se disperse… tou farta desse cruel tempo que afasta de mim tudo aquilo de que gosto, tudo o que sempre quis, tudo o que sempre desejei.
Não quero voltar a ser aquela pessoa pessimista e deprimida que outrora fui, porque hoje sei que tenho com quem contar. Mas ainda assim, custa-me muito ver que estou longe das pessoas que amo, estou longe daqueles que quero proteger, estou longe da outra parte de mim… como posso ser feliz longe do meu outro eu? Não sei

 


Sad BuTTerFly

28 Novembro 2005

The ReTurn To InnoCenCe...

That's not the beginning of the end

That's the return to yourself

The return to innocence

Love - Devotion

Feeling - Emotion

Love - Devotion

Feeling - Emotion

 

Don't be afraid to be weakmedium_594_lupyo.jpeg

 

Don't be too proud to be strong

 

Just look into your heart my friend

 

That will be the return to yourself

 

 

 

 

 

 

The return to innocence